O ZERO

            Todas as réguas Cuisen’eu estão guardadas em caixotes.

            Todos os alunos vão buscar cada régua que querem ao respectivo caixote que está marcado com o respectivo algarismo, guardando-as depois no mesmo caixote.

            Aqui há que arranjar também um caixote para as réguas zero. O caixote será também marcado com o 0 e nós, brincando a uma espécie de faz de conta, diremos que ali dentro estão as réguas zero. Os alunos entram facilmente e com agrado no jogo.

            Fazendo agora uma revisão de toda a matéria dada, iremos metendo também a régua zero, dando-lhe tratamento igualzinho ao que fazemos para as outras quantidades (réguas).

Vejamos como poderíamos compor o três, à semelhança do que se fez no tema VI, mas agora contando também com o zero.

As réguas zero, nas sobreposições de réguas que se apresentam, não se vêem, quer estejam postas de frente ou de costas. Na realidade, o zero só existe por abstracção, não sendo por isso número natural.

Os alunos brincam com os zeros a fazer o três duma maneira verdadeiramente criativa e interactiva. Entre eles disputam quem faz mais maneiras. Sentem prazer em resolver o problema.

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